Na madrugada desta quinta-feira (08/11) a Califórnia foi mais uma vez alvo de um atirador. O ex-fuzileiro da marinha americana, Ian David Long, invadiu o Borderline Bar and Grill, localizado em Thousand Oaks, uma pequena cidade ao noroeste de Los Angeles, onde acontecia uma festa Country com universitários, e começou a disparar diversos tiros de forma aleatória. Os disparos mataram 12 pessoas, sendo uma delas o sargento Ron Helus, que foi o primeiro policial a chegar ao local. O sargento tinha 54 anos e entrou no bar para tentar ajudar as pessoas saírem.
Quando as viaturas da polícia começaram a chegar ao local, Ian já estava morto. O atirador, que tinha apenas 28 anos, se matou logo após efetuar os disparos. Daniel Manrique, de 33 anos, também fuzileiro naval veterano, foi outro militar vitima do atirador, que estava no local para um encontro com amigos.
Entre os universitários mortos estavam Noel Sparks (21 anos), Blake Dingman (21 anos), Cody Coffman (22 anos), Alaina Housley (22 anos) e Justin Meek (23 anos). Duas vítimas, dentre os 12 mortos, eram funcionários do bar: Kristina Kaylee Morisette e o segurança Sean Adler.
Muitos dos que estavam no Borderline Bar and Grill são sobreviventes do ataque terrorista que aconteceu à quase dois anos atrás no atentado de San Bernardino, que deixou 14 mortos e mais de 15 feridos.
A polícia segue com investigações para tentar descobrir o que teria motivado Ian David entrar no bar atirando. Mesmo sem saber os motivos, o acontecimento aquece ainda mais o debate sobre controle de posse de armas, já que ataques em massas nos Estados Unidos vem aumentando. No mês passado, no dia 27, acontecera o ataque à sinagoga em Pittsburgh, matando 11 pessoas. Somando esses dois últimos ataques com armas de fogo, são 23 pessoas mortas em menos de duas semanas.


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