Assustador o números de crianças mortas pela poluição

                                                                                                                                                                  

Não é segredo para ninguém o tamanho da poluição no Brasil. A cada ano que passa a preocupação dos ambientalistas e da OMS (Organização Mundial de Saúde) cresce quase no mesmo nível do aumento de emissão de gases poluentes no país. A cidade de São Paulo, que em 2005 ficou classificada como a sexta cidade mais poluída do mundo, não consegue melhorar a qualidade de seu ar.
Em 2016 a OMS divulgou números em que mostrava que São Paulo estava com o nível de concentração de PM 2,5 (particulate matter - material particulado) duas vezes maior do que o limite estipulado. Segundo a organização, A maior metrópole do Brasil estava com níveis muito maior do que os 10 microgramas de PM 2,5 por metro cúbico.
Não atoa, no mesmo ano em que a OMS ligava o alerta em São Paulo, o Brasil registrou mais de 600 mortes de criança decorrente à má qualidade do ar. O número fica bem mais alarmante quando a divulgação do número de mortes de crianças pelo mesmo motivo em todo o mundo na mesma época foi de 543 mil. É ainda mais triste todos esses números quando se têm essas mortes com crianças menores de 5 anos de idade.
Especialistas alertam que as mortes acontecem porque a poluição não afeta apenas a respiração, que já seria preocupante, mas afeta órgãos, através da circulação sanguínea. Doenças crônicas são despertadas pela péssima qualidade do ar - bronquite, asma, rinite e, desencadeando também, doenças cardiovasculares.
É importante uma boa hidratação durante o dia, bebendo muita água, manter ambientes o mais úmido possível, com toalhas/panos molhados. Consulte um médico regularmente, principalmente se você tiver casos de doenças crônicas na família, ou se já sofrer com um dos tipos da doença.

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