Caso Khashoggi. O jornalista morto em consulado saudita na Turquia

                                                                                                                                                                   

O clima na Turquia segue tenso depois do assassinato do jornalista Jamal Khashoggi em pleno consulado da Arábia Saudita em Istambul.
Segundo as autoridades, Khashoggi foi morto por estrangulamento e depois teve seu corpo desmembrado para ser dissolvido por ácidos, eliminando assim qualquer vestígio do corpo.
O governo saudita nega qualquer tipo de envolvimento do príncipe Mohammed bin Salman, depois de reconhecer que o assassinato foi uma ação do regime do país, que aconteceu sem qualquer tipo de autorização. Foi confirmado a prisão de cerca de 18 suspeitos na Arábia Saudita, e o governo turco tenta agora a extradição de todos.
A noiva de Jamal, Hatice Cengiz, se voltou à comunidade internacional, fazendo um apelo para que as nações busquem o esclarecimento do assassinato de forma mais séria e forte. Hatice buscou ao Estados Unidos, através do apelo, e ainda fez uma crítica sobre o posicionamento do presidente norte-americano Donald Trump.
As investigações seguem num rítmo acelerado, onde o governo turco disse que há grandes evidências de que o crime foi planejado, levando a Arábia Saudita a anunciar que irá responsabilizar qualquer um, juntamente com quem eles consideram que falharam durante a missão.

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