O desequilíbrio de preços, a falta de interesses de grandes investimentos no Brasil e, claro, a enorme crise que o país se encontra tem como boa parcela de culpa as intervenções que os governos anteriores fizeram no mercado, na economia de uma forma geral. Essas ações infelizes foram totalmente na contra mão das potências econômicas globais que buscam deixar o mercado atuar cada vez mais de forma independente.
Na última semana, Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, declarou propor a independência do Banco Central. Declaração essa que por si só não ira fazer o mercado livre, mas já coloca o país num rumo bem interessante para isso. Guedes tem projeto de lei para acabar a coincidência de mandatos de diretores do Banco Central com o mandato da presidência da República, evitando assim "fonte de incertezas", que segundo Guedes, é o comando do BC.
Dar liberdade ao mercado é o maior despertador de interesses para que grandes empresas façam grandes investimentos no país. Saber lidar com a alta do dólar, ao invés de gastar enormes quantias de dinheiros para tentar controlar o preço, gera capital de forma inteligente para o Brasil. De certo que nem sempre se acerta, mas era óbvio que a política intervencionista de Lula e Dilma acabou gerando um bloqueio de investimento, e pior, gerou também espanto para as poucas empresas que já buscavam investir aqui.
Ações que facilitam mais e mais o giro de capital só tende a aquecer a economia. Assim o capital chega para todos, independente da classe social. Gera empregos, e, ao contrário do que se deve pensar, girar o capital gastando bem, não tem nenhum problema, desde que isso te faça ganhar mais do que se investe.