Redução para 15 ministérios, sendo dois deles Superministérios, é modelo para novo Governo

                                                                                                                                                                   

Nos preparativos para a posse, em 01 de janeiro, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) vai definindo os nomes para os ministérios. Além de diminuir o número de pastas de 29 para 15, referente ao governo atual, Bolsonaro vai formando dois superministérios, sendo um o ministério da Economia, que junta as pastas da Fazenda, do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, e a pasta da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, sendo entregue à Paulo Guedes, e o ministério da Justiça e Segurança, que junta as pastas da Justiça e da Segurança Pública, sendo entregue ao juiz Sérgio Moro.
Outros três ministérios já tem indicações, sendo eles: Ministério da Ciência e Tecnologia, sendo entregue ao astronauta Marcos Pontes, o ministério da Defesa, sendo entregue ao General da Reserva Augusto Heleno, e o ministério da Casa Civil, que recebeu a integração da pasta da Secretaria de Governo da Presidência, sendo entregue ao deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).
As pastas de Minas e Energia, Saúde, Trabalho, Relações Exteriores, Segurança Institucional, Infraestrutura (chamado atualmente de Transportes, Portos e Aviação Civil), Agricultura e Meio Ambiente ainda estão vagas. Mais três ministérios serão formados por união de pastas: os ministérios de Educação, Cultura e Esportes serão apenas um; a pasta de Desenvolvimento Social receberá a integração da pasta de Direitos Humanos; e a pasta de Integração Nacional será fundida com as pastas de Turismo e Cidades.
Se confirmado o anúncio de Paulo Guedes, que disse que governo dará independência ao Banco Central, quatro ministérios irão deixar de existir, sendo eles: ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União, ministério da Secretaria-Geral da Presidência da República, ministério da Advocacia-Geral da União e o ministério do Banco Central.
As indicações para os ministérios que estão faltando nomes devem ser feitas até o dia 31 de dezembro.

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